quinta-feira, 29 de julho de 2010

Do Autor


Louco daquele que constroi muros na alma
Impedindo-o de presenciar o mais belo
E convicto voo do ser humano,
A junção com outro ser,
Chega a imundar os olhos de plenitude.

Impaciente aquele que busca ser o alvo,
Pois da calmaria se acha o respaldo,
Mesmo custando caro a imparcialidade.

Pretencioso o homem a almejar um todo
Não conseguindo ao menos não deixar de ser 'pálido',
Chegando a ser gelo de tão nulo.

Tolo o que não escreve a criar debate
Apenas moldando o já preparado,
Da minha arte sigo e faço
A percepção te levar além das aparências.


[Dedicado a Nós autores]

terça-feira, 27 de julho de 2010



Vago


Vivo e almejo, impossível.
Penso,logo a ser rude...
não entendo.
Sentido e sofrido,tento porém
a fraqueza me condena.

Busco aperfeiçoando raciocínio
Perco entretanto no domínio.

Uma superfície de fala,
amarga e insensata...
É isso o desejo.

Formado apenas de um ensejo
Que cegamente obedeço.

domingo, 25 de julho de 2010

pooooooooow.. quase que domingo passa em brancoooo..
acho que sabado passou.. rsrs
se eu deixo domingo passar tb Pamela me mata.. hsuahsuahsuahsuahsuahsuahs
mais ta aeeeeeeee.. mais 1..
=D




us old time, every peoples were happy
now, is paramount the destruction, for a new resumption
the soul of native it no longer rests in peace
us old time, were happy.
my music come to warn
that old time, must return.
and stop all this destruction
because one day our souls had to rest in peace

us old time, every peoples were happy
now, is paramount the destruction, for a new resumption

the vision of the future
is based on our past
what future that we will leave our children
if all this destruction to continue

us old time, every peoples were happy
now, is paramount the destruction, for a new resumption
I already started my reconstruction
also get your

sexta-feira, 23 de julho de 2010

aeeeeeeeeee.. um dos poemas que maaaaaais gostoooo..
espero que gosteeeeem.

=D






Correndo descalço por uma estrada sem fim

Correndo descalço por uma estrada sem fim.
Correndo com medo de perder meu caminho.
Com os pés já cortados e cobertos de sangue,
Porem sigo firme em meu caminho.
Meus olhos lacrimejam com o vento
que vem em minha direção.
Não conheço atalhos,
Então preciso percorrer o caminho mais longo.
Já estou avistando luzes.
Agora tenho um relance de esperança.
Vaga esperança,
Eram apenas vaga-lumes.
Entro em um profundo conflito.
Será que chegarei no meu destino,
ou será que meu destino acaba por aqui
Já percorri horas e horas.
Não sinto mais meus braços e pernas.
Penso em desistir,
Meu corpo já não responde minhas vontades
Estou começando a delirar,
vejo vultos,estou com medo.
Minha única companhia é a lua
Que me guiou ate agora.
Avistei uma luz forte bem no final da estrada.
Será que dessa vez são os vaga-lumes.
Não irei crias esperanças,
Apenas seguirei sem pensar no que esta por vir.
Essa é a luz mais forte e brilhante que já vi.
E quase arrebatadora.
Será que estou sonhando.
Estou preste a encontrar uma saída.
Agora sim posso descansar em paz.
Morrer não foi tão ruim assim.

quarta-feira, 21 de julho de 2010

Em "Cacos"



Dissolvendo em ceus como manda o papel
Contrariando a força buscando outras
Renomeando o princípio com escolhas

Da-se o ardor envolvente
Fazendo da ausência a origem
À toda intensidade irrevogável
Que se sente sem avistar
Apenas refletir ao outro

Somando lástimas que se confundem
Substituindo amor pela dor
Platonicamente dividindo o sentido
Que clama um segundo a mais,
Pela chama que apaga todo esse possuir

Confuso se sente ao juntar os pedaços
Desse caco ,sabendo que não a espaço
Para a redenção fluir.
aaaaaaaaaaaaaa.. ficar sem durmir é uma merdaaaaaaaa.. postar agora pq se naum a noite vou ta durmindoooo.. hsuahsuahsuashauhs





Pela janela vejo passaros

Pela janela vejo pássaros voando em um céu azul.
Penso em olhar de volta pra dentro.
Mais os pássaros me tiram o pensamento.
Voam pra onde, me pergunto.
Será que eles sabem o seu rumo certo.
Acho que sim,já trilham esse caminho a séculos.

Todo inverno os vejo.
Me lembro de minha infância.
Quando perguntava a mamãe,
mãe pra onde eles estão indo.
O tempo passa e me faço a mesma pergunta.
Pra onde eles estariam indo.
So saberei se ir atrás,
Mais como irei se fico preso aqui dentro desse quarto.
Com meus pensamentos.
E meus delírios.
Tenho que trilhar meu próprio caminho.
Como os pássaros que vejo de minha janela.
Irei pra onde o vento me levar.
Chegarei onde tenho que chegar.
Ninguém crescera por mim.
Sei que não serei nenhum grande desbravador.
Mais porem tentarei ir o mais distante possível.
É vai chegando a tarde e eu ainda continuo aqui.
Acho que os pássaros nao passam amanha.
Mais mesmo assim os esperarei.

terça-feira, 20 de julho de 2010

Valente


Os outros me parecem incrédulos
Ao olhar dentro de si
Desejando a luz, deparando-se com,
O vazio tão frio e emudecedor
Te tira o folego, ao mesmo tempo
Que a sensação de estacas entrando em seu corpo
Parece nunca cessar

Mente produzindo prazeres e desprazeres
A te levar a experiências inesquecíveis
Onde o peito abriga no mais profundo cofre
Todo aquele sentimento ensurdecedor

Equivocado coração que sente mesmo descrente
Da solidão se trás ataque saudável e necessário
Para alma poente